Um bom dinheiro extra pode estar escondido no fundo do baú, na gaveta da cômoda ou até pendurado na parede. Para isso, basta que o objeto guardado há anos – jóia, quadro, roupa e até gibi – não seja uma apenas uma “velharia”, mas uma peça de colecionador.
Para evitar perder dinheiro, é bom tomar cuidado e conferir se o que parece antigo a olhos comuns não pode fazer a felicidade de um apreciador.
No caso das jóias, existem algumas regras básicas a se seguir. O primeiro passo é saber a procedência da gargantilha, anel, relógio ou broche. Se o produto pertencer a uma marca famosa – como Bulgari e Rolex, por exemplo –, a chance de uma boa venda é ainda maior. Mas o que vai definir mesmo se a peça vale mais do que os materiais nela empregados – ouro, diamantes e pedras preciosas – é o design, o estilo.
Para evitar perder dinheiro, é bom tomar cuidado e conferir se o que parece antigo a olhos comuns não pode fazer a felicidade de um apreciador.
No caso das jóias, existem algumas regras básicas a se seguir. O primeiro passo é saber a procedência da gargantilha, anel, relógio ou broche. Se o produto pertencer a uma marca famosa – como Bulgari e Rolex, por exemplo –, a chance de uma boa venda é ainda maior. Mas o que vai definir mesmo se a peça vale mais do que os materiais nela empregados – ouro, diamantes e pedras preciosas – é o design, o estilo.






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