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domingo, 15 de fevereiro de 2009

galileoandtelescopes_cc

Em 15 de fevereiro 1564 em Pisa Itália, Galileo Galilei nasceu. Um qualificado matemático, filósofo e físico, o Galileo é amplamente conhecido por suas contribuições à astronomia. Por sua própria trituração lentes e experimentação de novos modelos, Galileu melhorou e popularizou o telescópio - tornando possível o seu próprio estudo detalhado dos planetas, uma forte aderência à observação levou-o a lado com Copernicus' teoria de um universo centrado em torno do sol, Por esta crença, Galileu foi acusado de heresia e limitadas a prisão domiciliária para o resto de sua vida Galileu da dependência em relação a observação à compreensão mais profunda sobre a vida como um alicerce da ciência moderna - e um núcleo de políticos prática em todo o mundo.

2009 é o Ano Internacional da Astronomia, 400 anos depois da Galileo primeiras observações do céu nocturno!

444 anos de Galileo Galilei

Unknown   at  18:55  Sem comentário

galileoandtelescopes_cc

Em 15 de fevereiro 1564 em Pisa Itália, Galileo Galilei nasceu. Um qualificado matemático, filósofo e físico, o Galileo é amplamente conhecido por suas contribuições à astronomia. Por sua própria trituração lentes e experimentação de novos modelos, Galileu melhorou e popularizou o telescópio - tornando possível o seu próprio estudo detalhado dos planetas, uma forte aderência à observação levou-o a lado com Copernicus' teoria de um universo centrado em torno do sol, Por esta crença, Galileu foi acusado de heresia e limitadas a prisão domiciliária para o resto de sua vida Galileu da dependência em relação a observação à compreensão mais profunda sobre a vida como um alicerce da ciência moderna - e um núcleo de políticos prática em todo o mundo.

2009 é o Ano Internacional da Astronomia, 400 anos depois da Galileo primeiras observações do céu nocturno!

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Todos os dias ouvimos falar nas conseqüências da crise financeira mundial. Mas nem todos sabem ou se recordam como ela começou.
A crise teve início nos Estados Unidos com o crescimento do mercado de imóveis, em meados de 2001. Com a crise das empresas pontocom ou dotcom o mercado de imóveis se aqueceu e o FED (Federal Reserv – Banco Central Americano) resolveu baixar os juros para que as pessoas passassem a financiar e fazer empréstimos. A iniciativa deu certo.
O mercado imobiliário viu que o financiamento era uma boa maneira de ganhar dinheiro e, em 2003, houve um aumento na procura pelo crédito, já que o juros no setor chegou a 1% ao ano, o menor em 50 anos nos EUA.
2005 foi o ano mais fervoroso no mercado imobiliário. Comprar imóveis era um dos melhores investimentos visto o aquecimento do mercado. Também nesta época, a prática de hipotecar, comum nos EUA, aumentou consideravelmente.
O problema maior começou quando essas empresas que hipotecavam, “descobriram” o subprime, um tipo de crédito para pessoas de baixa renda e com históricos de inadimplência. Como o risco neste tipo de negociação é mais alto, já que as garantias de recebimento são pequenas, os lucros que incidem nestes créditos são maiores. (Ex: Uma pessoa hipoteca sua casa por R$ 100 mil paga à hipotecária 100 parcelas de R$ 2mil. Lucro é de 100%.)
As hipotecárias passaram a vender esses títulos a bancos e fundos de pensão, alegando altos ganhos. A empresa que pagou R$ 100 mil ao proprieário do imóvel, repassa para os bancos por R$ 150 mil, mas o imóvel no fim vale agora R$ 200 mil. Um bom negócio se não fosse o risco final. Como as pessoas que aderiram a esse crédito eram de baixa renda e inadimplentes, elas passaram a não pagar as parcelas e o mercado começou a temer o “subprime”.
Um ano mais tarde, o valor dos imóveis atingiram seu ápice e começaram a cair. O FED passou a aumentar os juros, na tentativa de conter a inflação. Isso encareceu os créditos e naturalmente afastou os compradores. Com isso, aumentou consideravelmente o número de imóveis à venda, fazendo com que os valores destes imóveis despencassem e o número de inadimplentes aumentasse cada vez mais, pois com os juros mais altos as pessoas não conseguiam pagar suas dívidas.
Isso gerou um medo nas hipotecárias, que diminuíram o crédito e acabou desacelerando fortemente o ritmo de crescimento da economia americana. Com menos crédito, menor o poder de compra e pouco dinheiro passou a circular no mercado, gerando um problema de liquidez.
Os efeitos desta crise começaram a surgir em 2007, quando o banco francês BNP Paribas anunciou que uma de suas divisões - BNP Paribas Investment Partners - congelou cerca de 2 bilhões de euros em fundos, prevendo problemas com os títulos “subprime”.
"A completa evaporação de liquidez em certos segmentos do mercado de securitização tornou impossível avaliar certos ativos apesar de sua qualidade ou de sua classificação de risco", informou o BNP, em um comunicado.
Os fundos suspensos foram o Parvest Dynamic ABS, o BNP Paribas ABS Euribor e o BNP Paribas ABS Eonia. "A situação é tal que não é mais possível avaliar com precisão os ativos do ABS nos EUA nos três fundos mencionados", e com isso "não é possível calcular um valor líquido de ativos confiável para os fundos", diz o comunicado do banco.
Com essa medida o mercado imobiliário entrou em pânico. A American Home Mortgage (AHM), uma das maiores empresas hipotecárias dos EUA, pediu concordata e se o Bank of America não comprasse a Countrywide Financial, outra grande empresa do setor, também teria quebrado.
Já as empresas Fannie Mae e Freddie Mac, que eram detentoras da metade dos 12 trilhões em empréstimos para moradia nos EUA, recebeu uma ajuda de U$ 200 bilhões para não falir.
Esta mesma sorte não teve o banco Lehman Brothers que, sem ajuda, acabou pedindo concordata. E foi a partir desta falência que estourou a crise. Como o governo americano não injetou dinheiro para evitar esta quebra, os investidores estrangeiros passaram a desconfiar do crescimento americano. Sendo a economia dos EUA movida pelo consumismo, o mercado se tornou instável. Quase ninguém gastava e poucos investiam.
A crise foi se alastrando. Grande parte da produção americana é feita fora dos EUA, com isso vários países acabaram sendo afetados. Alguns mais, outros menos. A grande verdade é que o desaquecimento da economia americana afeta a todos.
Os EUA está enfrentando uma recessão. Principal prova está nas demissões. Somente este ano, quase dois milhões de americanos perderam o emprego.  
O governo está injetando bilhões de dólares na economia para ver se consegue reanimar o mercado. Mas tudo leva a crer que a recessão, conseqüência da crise,  pode se tornar a pior dos últimos 70 anos.
A crise no setor imobiliário acabou criando um verdadeiro efeito dominó. Vários setores foram e continuam sendo afetados.(Kristina Gomes)

Entenda a crise financeira

Unknown   at  11:50  Sem comentário

Todos os dias ouvimos falar nas conseqüências da crise financeira mundial. Mas nem todos sabem ou se recordam como ela começou.
A crise teve início nos Estados Unidos com o crescimento do mercado de imóveis, em meados de 2001. Com a crise das empresas pontocom ou dotcom o mercado de imóveis se aqueceu e o FED (Federal Reserv – Banco Central Americano) resolveu baixar os juros para que as pessoas passassem a financiar e fazer empréstimos. A iniciativa deu certo.
O mercado imobiliário viu que o financiamento era uma boa maneira de ganhar dinheiro e, em 2003, houve um aumento na procura pelo crédito, já que o juros no setor chegou a 1% ao ano, o menor em 50 anos nos EUA.
2005 foi o ano mais fervoroso no mercado imobiliário. Comprar imóveis era um dos melhores investimentos visto o aquecimento do mercado. Também nesta época, a prática de hipotecar, comum nos EUA, aumentou consideravelmente.
O problema maior começou quando essas empresas que hipotecavam, “descobriram” o subprime, um tipo de crédito para pessoas de baixa renda e com históricos de inadimplência. Como o risco neste tipo de negociação é mais alto, já que as garantias de recebimento são pequenas, os lucros que incidem nestes créditos são maiores. (Ex: Uma pessoa hipoteca sua casa por R$ 100 mil paga à hipotecária 100 parcelas de R$ 2mil. Lucro é de 100%.)
As hipotecárias passaram a vender esses títulos a bancos e fundos de pensão, alegando altos ganhos. A empresa que pagou R$ 100 mil ao proprieário do imóvel, repassa para os bancos por R$ 150 mil, mas o imóvel no fim vale agora R$ 200 mil. Um bom negócio se não fosse o risco final. Como as pessoas que aderiram a esse crédito eram de baixa renda e inadimplentes, elas passaram a não pagar as parcelas e o mercado começou a temer o “subprime”.
Um ano mais tarde, o valor dos imóveis atingiram seu ápice e começaram a cair. O FED passou a aumentar os juros, na tentativa de conter a inflação. Isso encareceu os créditos e naturalmente afastou os compradores. Com isso, aumentou consideravelmente o número de imóveis à venda, fazendo com que os valores destes imóveis despencassem e o número de inadimplentes aumentasse cada vez mais, pois com os juros mais altos as pessoas não conseguiam pagar suas dívidas.
Isso gerou um medo nas hipotecárias, que diminuíram o crédito e acabou desacelerando fortemente o ritmo de crescimento da economia americana. Com menos crédito, menor o poder de compra e pouco dinheiro passou a circular no mercado, gerando um problema de liquidez.
Os efeitos desta crise começaram a surgir em 2007, quando o banco francês BNP Paribas anunciou que uma de suas divisões - BNP Paribas Investment Partners - congelou cerca de 2 bilhões de euros em fundos, prevendo problemas com os títulos “subprime”.
"A completa evaporação de liquidez em certos segmentos do mercado de securitização tornou impossível avaliar certos ativos apesar de sua qualidade ou de sua classificação de risco", informou o BNP, em um comunicado.
Os fundos suspensos foram o Parvest Dynamic ABS, o BNP Paribas ABS Euribor e o BNP Paribas ABS Eonia. "A situação é tal que não é mais possível avaliar com precisão os ativos do ABS nos EUA nos três fundos mencionados", e com isso "não é possível calcular um valor líquido de ativos confiável para os fundos", diz o comunicado do banco.
Com essa medida o mercado imobiliário entrou em pânico. A American Home Mortgage (AHM), uma das maiores empresas hipotecárias dos EUA, pediu concordata e se o Bank of America não comprasse a Countrywide Financial, outra grande empresa do setor, também teria quebrado.
Já as empresas Fannie Mae e Freddie Mac, que eram detentoras da metade dos 12 trilhões em empréstimos para moradia nos EUA, recebeu uma ajuda de U$ 200 bilhões para não falir.
Esta mesma sorte não teve o banco Lehman Brothers que, sem ajuda, acabou pedindo concordata. E foi a partir desta falência que estourou a crise. Como o governo americano não injetou dinheiro para evitar esta quebra, os investidores estrangeiros passaram a desconfiar do crescimento americano. Sendo a economia dos EUA movida pelo consumismo, o mercado se tornou instável. Quase ninguém gastava e poucos investiam.
A crise foi se alastrando. Grande parte da produção americana é feita fora dos EUA, com isso vários países acabaram sendo afetados. Alguns mais, outros menos. A grande verdade é que o desaquecimento da economia americana afeta a todos.
Os EUA está enfrentando uma recessão. Principal prova está nas demissões. Somente este ano, quase dois milhões de americanos perderam o emprego.  
O governo está injetando bilhões de dólares na economia para ver se consegue reanimar o mercado. Mas tudo leva a crer que a recessão, conseqüência da crise,  pode se tornar a pior dos últimos 70 anos.
A crise no setor imobiliário acabou criando um verdadeiro efeito dominó. Vários setores foram e continuam sendo afetados.(Kristina Gomes)

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domingo, 1 de fevereiro de 2009

A superbanda larga, que já está disponível no Brasil, permite entrar num mundo no qual a TV, a internet e o cinema são uma coisa só

Uma maravilha tecnológica ansiosamente aguardada está à disposição dos brasileiros desde o início deste ano: as conexões residenciais de superbanda larga. Dá-se esse nome a velocidades de download acima de 30 megabits por segundo (Mbps). Agora, a mais poderosa banda larga residencial oferecida no país é de 100 Mbps. Isso significa baixar um arquivo 100 vezes mais rápido do que com a conexão mais comum no Brasil, que é de 1 Mbps. A comparação é ainda mais massacrante se for feita com uma antiga conexão discada, daquelas com modem de 56 Kbps – a superbanda é simplesmente 2 000 vezes mais veloz. Dez milhões de brasileiros dispõem de banda larga. No mundo todo, são 325 milhões de assinaturas, número que triplicou desde 2003.

Por enquanto, a oferta dos 100 Mbps é restrita – e custa caro. Mas, como tudo no mundo digital, a tendência dos preços é derreter. A Oi cobra 990,90 reais mensais por esse tipo de serviço, em cinco capitais (Brasília, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre e Florianópolis). A Telefônica lançará serviço semelhante neste ano em São Paulo. A NET está realizando testes em alguns bairros paulistanos e cariocas com redes de 60 Mbps, mas que podem atingir 300 Mbps. A operadora GVT, que atua mais fortemente no Sul do país, também estuda entrar nesse mercado. "Todas as empresas estão tateando para entender como as pessoas usam essa superbanda larga em casa e decidir qual o melhor momento para investir maciçamente nesse serviço", diz Cícero Olivieri, vice-presidente de Engenharia da GVT.

Uma vantagem imediata dos 100 Mbps é permitir o acesso a filmes em alta definição na internet. Imagens em movimento são fardos pesadíssimos de bits e não funcionam bem com a banda larga de pequena capacidade. O YouTube, site especializado em vídeos, usa sozinho mais banda que a web inteira utilizava em 2000. É por isso que a velocidade das novas conexões faz diferença na casa dos brasileiros. Para especialistas, com os 100 Mbps de velocidade, teremos a fusão de duas telas: a da internet e a da TV. A superbanda facilita também a disseminação de videoconferências em alta definição, jogos on-line, além da oferta de serviços de educação e medicina a distância.

A atual rapidez das conexões está associada a aprimoramentos tecnológicos (softwares e infraestrutura) das redes de fio de cobre (empresas de telefonia) e de cabos (TVs pagas). Mas é a fibra óptica, criada no início dos anos 50, o meio mais eficaz de conduzir dados. Levada à casa dos consumidores, permite velocidade de 600 Mbps, sem perdas no trajeto – o que não ocorre com o cabo e o cobre. Mas 100 Mbps é muito? É bastante para conexões residenciais, mas insuficiente para que grandes arquivos sejam manipulados na web com a mesma destreza com que uma pessoa folheia um livro real. É por isso que ninguém duvida que ainda é necessário pisar muito mais fundo no velocímetro da ilustração acima.

A VIDA A 100 Mbps?

Unknown   at  20:11  Sem comentário

A superbanda larga, que já está disponível no Brasil, permite entrar num mundo no qual a TV, a internet e o cinema são uma coisa só

Uma maravilha tecnológica ansiosamente aguardada está à disposição dos brasileiros desde o início deste ano: as conexões residenciais de superbanda larga. Dá-se esse nome a velocidades de download acima de 30 megabits por segundo (Mbps). Agora, a mais poderosa banda larga residencial oferecida no país é de 100 Mbps. Isso significa baixar um arquivo 100 vezes mais rápido do que com a conexão mais comum no Brasil, que é de 1 Mbps. A comparação é ainda mais massacrante se for feita com uma antiga conexão discada, daquelas com modem de 56 Kbps – a superbanda é simplesmente 2 000 vezes mais veloz. Dez milhões de brasileiros dispõem de banda larga. No mundo todo, são 325 milhões de assinaturas, número que triplicou desde 2003.

Por enquanto, a oferta dos 100 Mbps é restrita – e custa caro. Mas, como tudo no mundo digital, a tendência dos preços é derreter. A Oi cobra 990,90 reais mensais por esse tipo de serviço, em cinco capitais (Brasília, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre e Florianópolis). A Telefônica lançará serviço semelhante neste ano em São Paulo. A NET está realizando testes em alguns bairros paulistanos e cariocas com redes de 60 Mbps, mas que podem atingir 300 Mbps. A operadora GVT, que atua mais fortemente no Sul do país, também estuda entrar nesse mercado. "Todas as empresas estão tateando para entender como as pessoas usam essa superbanda larga em casa e decidir qual o melhor momento para investir maciçamente nesse serviço", diz Cícero Olivieri, vice-presidente de Engenharia da GVT.

Uma vantagem imediata dos 100 Mbps é permitir o acesso a filmes em alta definição na internet. Imagens em movimento são fardos pesadíssimos de bits e não funcionam bem com a banda larga de pequena capacidade. O YouTube, site especializado em vídeos, usa sozinho mais banda que a web inteira utilizava em 2000. É por isso que a velocidade das novas conexões faz diferença na casa dos brasileiros. Para especialistas, com os 100 Mbps de velocidade, teremos a fusão de duas telas: a da internet e a da TV. A superbanda facilita também a disseminação de videoconferências em alta definição, jogos on-line, além da oferta de serviços de educação e medicina a distância.

A atual rapidez das conexões está associada a aprimoramentos tecnológicos (softwares e infraestrutura) das redes de fio de cobre (empresas de telefonia) e de cabos (TVs pagas). Mas é a fibra óptica, criada no início dos anos 50, o meio mais eficaz de conduzir dados. Levada à casa dos consumidores, permite velocidade de 600 Mbps, sem perdas no trajeto – o que não ocorre com o cabo e o cobre. Mas 100 Mbps é muito? É bastante para conexões residenciais, mas insuficiente para que grandes arquivos sejam manipulados na web com a mesma destreza com que uma pessoa folheia um livro real. É por isso que ninguém duvida que ainda é necessário pisar muito mais fundo no velocímetro da ilustração acima.

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